“Falar dos 15 anos da Aegea é falar de cultura, de valores, e do propósito que nos une na nossa missão de servir e transformar a vida das pessoas. É momento também de olharmos nossa história com humildade para, com o reforço da nossa cultura, podermos nos preparar para pensar o futuro”, diz o CEO Radamés Casseb.
“A maior contribuição da Aegea para a sociedade é a transformação que levamos para os lugares, gerando dignidade, qualidade de vida e saúde para as pessoas. As estatísticas comprovam os resultados, como a redução das doenças hídricas com a expansão da rede de esgoto. Campo Grande é um exemplo: lá, as internações hospitalares caíram 93% para crianças de até 4 anos, conforme estudo recente. O mesmo ocorreu em Manaus, que registrou queda nas internações por diarreia e hepatite. Esse é um grande impacto para a sociedade. Há muitos outros, indiretos, relacionados ao meio ambiente, como a recuperação da Baía de Guanabara. Todas essas conquistas estão diretamente relacionadas à capacidade de estruturar o capital de forma eficiente para fazer frente às necessidades de investimento em um setor que é intensivo em capital”, aponta André Pires, vice-presidente de Finanças e de Relações com Investidores.
“Quando olho para trás e vejo a trajetória da Aegea, quando ouço os acionistas pioneiros contarem a história do início da empresa e todas as dificuldades enfrentadas no setor de saneamento em 2010, e olho para a curva de crescimento da Companhia, eu me emociono. Olha o que a gente construiu. Olha o que estamos construindo. É muita história envolvida”, afirma o CEO.
“A Aegea atua na melhoria da infraestrutura mais esquecida no Brasil, mas, ao mesmo tempo, a mais próxima da vida das pessoas: saneamento básico. Ter acreditado nesse setor e ter sido otimista e resiliente, até nos momentos em que o Brasil menos investia e não dava espaço ao setor privado, foi um ato de muita coragem. Com isso, a empresa, a cada dia, transforma para melhor a vida de milhões de brasileiros, de casa em casa, levando mais saúde, dignidade e melhor qualidade de vida. A Aegea e todos nós precisamos estar muito orgulhosos, porque fazemos parte de um momento de transformação histórica do país. Mesmo sendo uma revolução silenciosa e pouco percebida, somos os protagonistas de um futuro Brasil onde a falta de saneamento será história do passado”, aponta Édison Carlos, presidente do Instituto Aegea.
“Quando desenhamos o primeiro planejamento estratégico, planejamos cinco anos. Foi um período muito difícil, pois o crescimento demorava a chegar, era uma jornada de saneamento e não se discutia quase nada sobre o setor no mundo dos negócios. Nós chegamos a estudar 100 cidades ao mesmo tempo, estruturando projetos”, lembra Fernanda Bassanesi, vice-presidente da Regional 2 da Aegea.
“Naquele tempo, não tinha um estruturador de projetos como se tem agora, que é o BNDES e outros órgãos, então a Aegea tinha esse papel de fomento, de estudo e de provocação para que o saneamento realmente fosse um tema a ser desenvolvido pelos gestores públicos”, diz Radamés.
“A cada 100 projetos que a gente estudava, tinham duas licitações. Estudávamos mais projetos do que ganhávamos. Foi um período em que nos capacitamos. Hoje, estamos colhendo frutos de muita qualificação, de muito trecho rodado e de muita experiência de campo. Quando o contexto mudou, entre 2014 e 2017, inclusive no mercado, e surgiu um olhar mais atento para o saneamento, nós estávamos preparados”, conta Fernanda.
“Nos ativos conquistados, investimos muito em performance, e a Nascentes do Xingu (MT) levou a Aegea para outro patamar. O Mato Grosso mostrou que cidades pequenas, onde acreditávamos operar bem, poderiam ser ainda melhores com multifuncionalidade e automação extrema. Como os recursos eram escassos, foi necessário implementar logística aplicada, com uso de aviões, veículos e teleconferências — mesmo antes da pandemia — para otimizar o tamanho da equipe e atender os moradores”, afirma Radamés.
“Também formamos muita gente a partir das unidades do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, principalmente por meio da Academia Aegea, criada em 2014. Todo esse aprendizado gerou um modelo de operação muito forte, que se tornou um sucesso nas cidades em que chegávamos. Em 2013, iniciamos a jornada para trazer um sócio para a Companhia, o GIC. A partir de 2015, vieram as grandes PPPs. Havia a Mirante (em Piracicaba, SP), mas entendemos que havia um déficit grande nos serviços de esgoto, o que poderia reduzir a resistência do poder público à licitação, já que não retiraria completamente a responsabilidade do serviço. Mais uma vez, mostramos que nossa performance era eficaz e que podíamos ter retorno com PPPs”, explica Bassanesi.
“O projeto virou uma referência. Em 2015, adquirimos a PPP de Serra no Espírito Santo, outro marco que nos credenciou, pois não competimos, ainda estávamos no processo de amadurecimento interno, de discussão. Não apresentamos proposta e houve um vencedor. Depois, com a posição interna fechada, negociamos e compramos. Em uma nova licitação no estado, nos preparamos para sermos competitivos e saímos vencedores”, lembra Radamés.
“Outro marco na nossa trajetória foi Rondônia, com a cidade de Buritis (2016). Era um projeto muito pequeno e, portanto, desafiador. Tínhamos uma estratégia de nos posicionarmos no estado, porque havia um movimento com audiências públicas de algumas possíveis licitações. Nossa intenção era fazer de Buritis o nosso cartão de visitas, mostrando a transformação que o saneamento faz na vida das pessoas. Isso estava muito no nosso mindset, não só como referência da performance, mas também do ponto de vista institucional, de transformar as cidades grandes, como Campo Grande (MS), onde a gente já estava, e também Buritis, que era uma cidade que não tinha nada”, conta Bassanesi.
“A dimensão de Buritis, uma cidade sem um metro de rede de água, nada de esgoto, um PIB per capita alto, uma cidade madeirinha com muita riqueza e educação, muitos moradores vindos da Região Sul. A cidade crescia a 8% ao ano com uma população que clamava por infraestrutura na Amazônia. Essa foi a semente que trouxe Teresina (2017) e Manaus (2018) – que virou o nosso referencial para estudar o Rio de Janeiro (2021). Teresina e Manaus foram transformacionais – e nos fizeram chegar ao Pará (2025). Ou seja, as experiências, os acertos, os erros, os aprendizados e a contínua tentativa de acertar a melhor forma de chegar ao usuário, de criar engajamento, de solucionar e incluir sanitariamente, continuam. Então, os pequenos laboratórios hoje são as sementes desses novos projetos em larga escala”, afirma Casseb.
“Comecei em 2017, estavam recém-instituídas três regionais da Aegea — R1, R2 e R3 —, logo após a licitação de Teresina e a aquisição de Manaus. Era preciso fazer a mobilização e o turnaround das duas operações. Começamos a interagir e a discutir ideias e projetos em busca de novas soluções. Essa inquietude move a Aegea. A cada nova unidade, conseguimos adaptar as necessidades com muita flexibilidade; nosso modelo de atuação permite isso. Temos evoluído muito nitidamente no MOA, o Modelo Operacional Aegea; está tudo lá, grandes e pequenos temas, com muito aprendizado, sempre em evolução. Este ano entram novos líderes, mas o importante é que temos um modelo operacional claro, onde as pessoas podem consultar, discutir e trocar experiências”, afirma Guilherme Paschoal, vice-presidente de Operações e da Regional 1 da Aegea.
“O principal marco da Aegea nestes 15 anos, na minha visão, é a inovação. Venho de uma trajetória de mais de 15 anos no setor de saneamento e, ao comparar com outras Companhias, percebo claramente como a Aegea tem desbravado caminhos que muitos ainda nem começaram a trilhar — inclusive fora do Brasil. O uso consistente da modelagem hidráulica, tecnologias disruptivas para combate a perdas e outras soluções voltadas à eficiência operacional são diferenciais que definem essa jornada e que, certamente, terão papel fundamental na conquista da universalização dos serviços”, destaca Moisés Salvino, gerente-executivo de Engenharia de Operações da Aegea.
“A gente tem uma movimentação de pessoas o tempo todo dentro da Companhia, nosso propósito é que a natureza movimenta a vida. Este ano recebemos mais de 60 trainees, pessoas que vão estar com a gente para serem treinadas, para aprender e nos ensinar. Outro dia, um gerente me perguntou: Como nós vamos levar nossa cultura para todo o país? Eu disse: É você que vai levar. Somos nós. Cada um de nós tem o dever de levar essa cultura para os lugares onde estamos. A nossa cultura é o nosso amálgama, não é algo que está na parede, uma mandala que está lá blocada; é o nosso jeito, é o que expressa a nossa forma e o que nos dá longevidade. Então, empresas longevas são empresas que têm uma cultura forte”, pontua Fabianna Strozzi, diretora de Gestão de Pessoas.
“Ao longo desses 15 anos de trajetória, a Aegea cresceu de forma sustentável — e, desde o início, o desenvolvimento das pessoas foi uma base essencial para a expansão. Foi com esse olhar que nasceu a Academia Aegea, que hoje é um pilar estratégico da Companhia. Ao mesmo tempo em que novos contratos exigiam agilidade e performance, tínhamos o desafio de formar profissionais capacitados para operar em diferentes contextos, realidades e regiões do país. A criação da Escola de Saneamento, por exemplo, permitiu desenhar trilhas específicas para as operações, garantindo equipes preparadas e alinhadas à nossa cultura. Ao longo dos anos, os colaboradores puderam avançar na carreira — com cursos, graduações, MBAs e programas de liderança. E fomos além: levamos esse conhecimento também para as comunidades, contribuindo com qualificação profissional e empreendedorismo local. Em cada novo território, fazemos um mapeamento social e criamos soluções formativas sob medida, gerando inclusão e prosperidade compartilhada”, destaca Vanessa Favareto, gerente de Educação Corporativa da Aegea.
“Neste momento de celebração dos 15 anos, é importante reafirmar nosso compromisso com a segurança, um valor inegociável da nossa cultura, que tem evoluído junto com a Companhia, garantindo ambientes de trabalho seguros para os nossos times e para a população atendida”, afirma Wagner Felix Ferreira, diretor de EHS da Aegea. “Vale lembrar que a Cultura de Segurança, esse conjunto de valores, atitudes, práticas e normas que visam à segurança e o bem-estar no trabalho, está no nosso dia a dia e deve continuar permeando nossa atuação”, diz.
“A base de tudo isso, dessas boas práticas de segurança, são os treinamentos realizados por meio da Academia Aegea — o ponto de informação que dá todo o conhecimento para a capacitação dos colaboradores e para a construção do nosso legado. O fortalecimento das Regras de Ouro da Segurança e os planos de ações consistentes têm sido fundamentais nesse processo, contribuindo para o amadurecimento da cultura de segurança em todos os níveis da Companhia”, conclui.
“Antes a gente ouvia: vocês são de cidade pequena. Quantas vezes escutamos isso. Somos de cidade pequena, mas de grande também. Uma cidade grande são várias cidades pequenas. Esse aprendizado ajudou a formatar quem somos hoje: está na nossa formação olhar para o cliente, estar perto deles e evoluir com eles. Também somos vistos como solução dos problemas: quando chegamos em uma cidade, é como alguém que chega para resolver, não é só para passar uma chuva. Então, temos que nos desafiar a ser melhores, sempre. A percepção do cliente muda no dia a dia. Seja ele o cliente final, que é o nosso consumidor, seja ele o dono do nosso contrato, o poder concedente, mas todo mundo nos desafia a ser melhores. O que eu fiz ontem já não serve para o que eu vou fazer amanhã”, aponta Renato Medicis, vice-presidente da Regional 3 da Aegea.
“Olhando para os principais marcos da nossa história, vejo que temos erros e acertos. Em um dos leilões de que nós participamos, ouvi: só a Aegea para fazer com que o setor possa evoluir. Se não fosse a Aegea, não teria ninguém de grande porte em Teresina, no Piauí, no Pará…Então, isso diz muito sobre a nossa evolução. Ninguém imaginava que viria com a velocidade que veio, mas só foi possível a partir da nossa cultura, que é nossa base, desse apoio que a gente tem da liderança, o senso de dono que faz essa referência. Ter esse suporte nos momentos de crise faz com que a gente possa evoluir mais rápido do que a média, porque no dia a dia existe essa consistência no modelo, de poder olhar para trás e ver o que dá para evoluir mais”, afirma Yaroslav Memrava Neto, diretor de Novos Negócios.
“Eu sempre digo: não existe uma grande ação que, sozinha, vai transformar o saneamento. O que muda a história são as pequenas ações realizadas todos os dias. Cada conexão, cada novo acesso garantido, cada morador atendido representa um passo concreto rumo à transformação. E é essa soma de esforços que tem inspirado não só a nós, como gestores, mas também os próprios gestores públicos na busca por soluções estruturadas, como as parcerias público-privadas”, diz Alexandre Bianchini, vice-presidente da Regional 4 da Aegea e diretor-presidente da Águas do Rio.
“Eu participo da trajetória da Aegea desde 2000, antes da sua criação, e isso dá um orgulho danado. Entre tantos marcos presenciados está a operação, por meio da privatização, de uma Companhia estadual do porte da Corsan (RS). Outro, que já faz parte da história do saneamento brasileiro, é a vivência de uma situação completamente diferente pouco tempo depois que chegamos: o enfrentamento de uma grande tragédia ambiental — as enchentes de 2024. Nós reagimos muito rápido, o processo de integração que estava em curso foi acelerado. A Companhia se uniu, conseguiu reagir com total apoio dos acionistas, do conselho e da diretoria da Aegea para fazer o que era necessário naquele momento. Não medimos esforços nem recursos para ajudar as cidades a se restabelecerem. Fomos muito além: ajudamos também quem não era operada pela Corsan, incluindo a capital Porto Alegre. Uma organização em conjunto com a Sabesp, com a Copasa, com outras Companhias estaduais, reunindo um time para ajudar sistemas que não eram da Corsan, inclusive. Fizemos um programa que foi muito além do que era esperado da gente, mas que faz parte da nossa cultura, do nosso DNA de ir além, de fazer mais, fazer a diferença”, conta Leandro Marin, vice-presidente da Regional 5 da Aegea.
“Em 2017, quando eu entrei na Aegea, por mais que eu fosse otimista, eu jamais imaginaria, naquele instante, que a gente estaria onde está hoje. O setor mudou completamente. As oportunidades são absurdas e, efetivamente a Aegea, que era uma Companhia familiar, com pouco mais de 3 mil colaboradores, teve um processo absolutamente alucinado – o termo correto é esse. Tornou-se referência, pois entrou em locais onde muitos não entrariam. Hoje, em qualquer lugar que você vá, o que se discute é como fazer a universalização acontecer, inclusive por aqueles que partiam contra a participação privada e que agora buscam a parceria com as empresas privadas em algum modelo, seja de uma PPP, uma concessão ou uma eventual privatização”, conta Rogério Tavares, vice-presidente de Relações Institucionais.
“No Congresso Nacional, a discussão para tornar o saneamento um direito a ser incluído na Constituição foi decorrente dessa onda que veio a partir da aprovação do Marco Legal de 2020, de que isso era uma carência, um direito das pessoas. Os políticos, que antes não davam importância para esse tipo de obra, passaram a se importar e a procurar, em seus estados, dar respostas para a questão da universalização. Hoje, digamos, ninguém mais tira saneamento da pauta. Ele será um direito constitucional e isso vai fazer toda a diferença para chegar à universalização até 2033, pelo menos boa parte do país terá sido universalizado. O restante, até 2040, se resolve”, complementa.
“É uma alegria celebrar o aniversário de 15 anos da Aegea, especialmente por ter acompanhado de perto esse crescimento exponencial. Começamos com poucos contratos e superamos inúmeros desafios, tanto regulatórios quanto ligados a mudanças na legislação e ao financiamento de projetos estruturantes — sempre com um olhar voltado para o desenvolvimento sustentável”, afirma Fabiano Abujadi Puppi, diretor Jurídico da Aegea.
“O Jurídico passou por todas essas fases ao lado da Companhia, evoluindo até se tornar um parceiro estratégico de negócios. Conquistas como as concessões no Rio de Janeiro, em Manaus e a recente parceria com a Corsan, no Rio Grande do Sul, colocaram a Aegea em um novo patamar e contribuíram diretamente para transformar a realidade do saneamento no Brasil. Agora, o nosso desejo é continuar avançando, com mais desenvolvimento, até alcançarmos a universalização dos serviços”, finaliza.
“O crescimento da Aegea nesses 15 anos foi impulsionado, claro, pelo mérito do nosso time, pelo espírito empreendedor, pela capacidade de viabilizar novos negócios e de incluir os mais vulneráveis com modelos inovadores. Mas há um aspecto essencial que sustentou essa expansão: o engajamento do ecossistema financeiro. Desde o início, a Companhia mostrou consistência na execução de seu plano de negócios, o que atraiu parceiros estratégicos de capital. Tivemos a chegada do IFC, em 2012, do GIC, em 2013, e da Itaúsa, em 2021, além de fundos de infraestrutura e investidores individuais que compraram nossos títulos e bonds internacionais. Esse ecossistema passou a confiar na Aegea — na eficiência da Companhia, na força de entrega e nos times que estão em campo. E esse ciclo de confiança e resultados se retroalimenta: quanto mais entregamos, mais capital atraímos. Olhando para o futuro, seguiremos engajando parceiros que compartilhem dessa visão de longo prazo e estejam alinhados ao nosso propósito. Essa conexão entre impacto e credibilidade é, sem dúvida, um dos grandes méritos da nossa trajetória”, afirma Adriana Albanese, diretora de Sustentabilidade da Aegea.
“Ainda há muito a se fazer para tornar o Brasil um país mais igualitário e onde todos tenham acesso ao mais básico, e esse desafio só aumenta, porque precisaremos levar água e esgoto tratados a brasileiros que estão ainda mais distantes, mais isolados, mais vulnerabilizados. Seremos fundamentais para compor o movimento da Organização das Nações Unidas e seu compromisso social de não deixar ninguém para trás. Ao ganhar leilões de saneamento em áreas tão carentes, como no Piauí e agora no Pará, a Aegea mostra o porquê necessita continuar crescendo e sendo forte, acreditando que fazer saneamento é uma missão social necessária e possível, mesmo nos locais onde ninguém mais acredita”, finaliza o presidente do Instituto Aegea, Édison Carlos.
“Assinar o contrato da Águas do Pará no mês em que a Aegea celebra seus 15 anos de trajetória é muito significativo para todos nós, pois a infraestrutura de saneamento básico talvez seja a que mais traga benefícios e transversais na vida das pessoas. A gente fala em melhoria da qualidade de vida, mas fala também em proteção do meio ambiente. Falamos em justiça social e no Pará, em breve, será realizado um dos maiores eventos de meio ambiente do mundo, que é a COP30”, pontua André Facó, diretor-presidente da Águas do Pará.
“Sabemos que o estado do Pará terá agora uma oportunidade sem igual de melhorar suas condições de saúde, educação, economia e a geração de emprego e renda, assim como será ampliada a proteção ao meio ambiente no estado amazônico. Vai ser o maior investimento em infraestrutura de saneamento da Amazônia. Ao longo dessa parceria firmada entre a Aegea e o Governo do Estado do Pará, vamos transformar a realidade dos moradores por meio de uma infraestrutura com justiça social para conseguir levar saneamento para todos na tão sonhada universalização”, finaliza Facó.